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Quem sou eu

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O consumidor de liberdade sente-se livre de responsabilidades, de compromisso. Só está preso a um ponto: o seu umbigo.
Portanto, leal ao umbigo, fere o amigo, dorme com o inimigo.
Tanto faz, tudo traz brilho ao seu sorriso.
Ele não é um libertário, é um adepto do egoísmo.

2 comentários:

  1. Interpreto seu escrito como uma crítica, me parece, ao pensamento de Nietzsche pela sua visão relativista dos acontecimentos da vida, advogando uma postura da omissão e pela indiferença frente a conduta do outro. Esse é retrato do adepto ao egoísmo, o ser humano pós moderno preocupado com suas crises existenciais, centrando-se na sua vida vazia, sem sentido, quer somente o seu gozo individual da esfera privada. Talvez seja por isso um pensador tão aceito e comentando nos dias atuais.

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